Avanço no processo de canonização do padre que dedicou sua vida à caridade em São Paulo

Vaticano avança no processo de canonização de Monsenhor Ângelo Angioni, que agora é venerável.
O Vaticano anunciou um avanço no processo de canonização de Monsenhor Ângelo Angioni, padre italiano que atuou na região de São José do Rio Preto e viveu em José Bonifácio (SP) até sua morte, em 2008. Com a publicação dos documentos assinados pelo Papa Leão XIII, ele agora possui o título de ‘venerável’.
O legado de Monsenhor Angioni
Monsenhor Ângelo Angioni nasceu na Itália e foi enviado para o interior de São Paulo como missionário. Durante 57 anos em José Bonifácio, ele dedicou sua vida à caridade, fundando igrejas, capelas, casas de retiro e residências religiosas. Além disso, estabeleceu o Instituto Missionário do Imaculado Coração de Maria.
O processo de canonização
Após o cumprimento do período mínimo de cinco anos após sua morte, o Instituto Missionário Coração Imaculado de Maria solicitou em 2013 a canonização, levando à sua designação como “servo de Deus”. Os restos mortais de Angioni estão sepultados na Igreja São João Batista, em José Bonifácio. Em 2015, sua exumação revelou que seu coração estava intacto, o que gerou grande repercussão.
Próximos passos
Para avançar no processo de canonização, é necessário o reconhecimento de milagres. Um suposto milagre está sendo analisado por médicos e teólogos do Vaticano. Se comprovado, o Papa reconhecerá publicamente. O Padre Mauro Ziati Pereira informou que outros dados de um possível milagre estão sendo coletados para futura apresentação em Roma.
Monsenhor Ângelo Angioni continua sendo uma figura importante para a comunidade católica de José Bonifácio, onde dedicou sua vida ao serviço e à caridade.








