Planos incluem bombardeios e controle de petróleo

O governo Trump estuda intervenções na Venezuela, incluindo bombardeios e controle de petróleo, mas teme riscos de uma operação fracassada.
No dia 2 de novembro de 2025, Donald Trump anunciou a possibilidade de ações militares contra a Venezuela, incluindo bombardeios e o controle de campos de petróleo. Autoridades do governo americano confirmaram que o presidente considera diversas opções, mas teme os riscos de uma operação fracassada.
Ações em discussão
Assessores próximos têm pressionado por uma postura mais agressiva, enquanto Trump busca justificativas legais para evitar a necessidade de declaração de guerra. O secretário de Estado Marco Rubio e Stephen Miller, vice-chefe de gabinete, são alguns dos principais nomes que defendem uma ação mais incisiva.
Militarização da região
Recentemente, Trump autorizou a CIA a operar em solo venezuelano, permitindo uma gama de ações que variam de operações de informação a atos de sabotagem. No entanto, a avaliação de que medidas mais sutis já deveriam ter sido executadas levanta a possibilidade de intervenções militares diretas.
Mobilização militar
Com a chegada do USS Gerald Ford ao Caribe, as tensões aumentam. Este porta-aviões, um dos maiores do mundo, se junta a outros navios de guerra dos EUA na região. A pressão americana tem se intensificado, com mais de 60 mortos em ataques a embarcações ligadas ao narcotráfico, embora Washington não tenha fornecido evidências concretas sobre essas ligações.
Notícia feita com informações do portal: www1.folha.uol.com.br








