Tragédia em Curitiba: mulher trans é morta em ataque


Comunitários lamentam a perda de Rayane Pimenta da Silva

Tragédia em Curitiba: mulher trans é morta em ataque
Foto: Reprodução/Redes Sociais

A morte de Rayane Pimenta da Silva, de 39 anos, chocou a comunidade de Curitiba após ser baleada com cinco tiros na cabeça.

Na noite de sábado (20), em Curitiba, a morte de Rayane Pimenta da Silva, de 39 anos, chocou a comunidade após ser baleada com cinco tiros na cabeça. O crime ocorreu na Cidade Industrial de Curitiba (CIC), quando dois homens em uma motocicleta abordaram a mulher. Rayane foi chamada pelo nome e, ao perceber a situação, tentou fugir, mas foi atingida pelos disparos. A comunidade lamenta a perda, com amigos descrevendo-a como uma pessoa maravilhosa.

Circunstâncias do crime

Rayane havia saído para buscar uma blusa em sua casa após estar em um bar com amigos. Ao chegar em uma esquina da Rua Leony Medeiros Guimarães, foi atacada. Informações indicam que ela trabalhava como garota de programa na região central de Curitiba e não tinha desavenças recentes. A brutalidade do ataque gerou indignação e tristeza entre os que a conheciam.

Reações da comunidade

Após a morte de Rayane, amigos e parentes expressaram seu lamento nas redes sociais, destacando seu caráter gentil e amoroso. Muitos se uniram em solidariedade, enviando mensagens de apoio e recordações. “Deus te receba de braços abertos, minha amiga”, escreveu um amigo, refletindo o sentimento coletivo de perda. A comunidade LGBTQIA+ de Curitiba se manifesta em luto e clama por justiça contra a violência.

Questões de segurança

A situação levanta questões sobre a segurança da população LGBTQIA+ na cidade. Com o aumento da violência e a falta de proteção adequada, a comunidade busca por respostas e medidas efetivas das autoridades. O caso de Rayane é mais um triste exemplo da violência que muitas pessoas enfrentam devido à sua identidade de gênero.
O luto pela perda de Rayane Pimenta da Silva permanece intenso, com a esperança de que sua história sirva para aumentar a conscientização sobre a violência contra a comunidade LGBTQIA+.


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