Após operação no Rio, ele critica proteção a criminosos e destaca apoio à polícia

Paulo Skaf, prestes a assumir a Fiesp, critica a proteção a bandidos e destaca apoio à segurança pública após operação no Rio que resultou em mais de cem mortes.
Em 28 de outubro de 2023, após uma operação policial que deixou mais de cem mortos no Rio de Janeiro, Paulo Skaf, futuro presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), manifestou seu apoio aos policiais e criticou a proteção a bandidos. Ele afirmou: “O Brasil está em guerra. Em guerra contra o crime. E guerra não se ganha com palavras bonitas, mas com força e coragem. Chega de proteger bandido”.
Reuniões e iniciativas em segurança
Skaf, que assume a entidade em janeiro de 2026, já está tomando iniciativas para atuar no debate sobre segurança. Recentemente, ele convidou secretários de segurança de todos os estados para um jantar em São Paulo. Além disso, anunciou a criação de conselhos superiores, incluindo um presidido por Sérgio Moro, ex-ministro da Justiça, que se concentrará em segurança pública.
Foco em impostos e apoio político
Skaf também prometeu uma reação firme contra propostas de aumento de impostos, afirmando que a sociedade não aceita mais esse tipo de encargo. Ele se reuniu com líderes do Congresso para buscar apoio a suas iniciativas e destaca a importância de trabalhar em conjunto com a sociedade organizada e o Legislativo para enfrentar desafios econômicos e sociais. Ao longo de sua gestão, ele pretende manter um diálogo próximo com a política, embora negue intenções eleitorais futuras.
Conclusão
A volta de Skaf à Fiesp sinaliza um novo direcionamento para a entidade, com forte ênfase em segurança pública e uma crítica aberta ao aumento de impostos. Suas ações nos primeiros meses à frente da Fiesp podem moldar a agenda empresarial e política em São Paulo e no Brasil.
Notícia feita com informações do portal: www1.folha.uol.com.br








