Atrasos e descontinuidades políticas afetam a implementação do sistema de semáforos inteligentes na cidade.

Projeto de semáforos inteligentes em Ribeirão Preto enfrenta atrasos e descontinuidades, comprometendo a mobilidade urbana.
Anunciado para modernizar o trânsito em Ribeirão Preto, o sistema inteligente de semáforos enfrenta atrasos e problemas técnicos, comprometendo sua implementação. O projeto, dividido em etapas, custaria mais de R$ 120 milhões e está atualmente paralisado.
Atrasos e descontinuidade na implementação
A primeira fase do projeto, com um orçamento de R$ 20 milhões, ainda está em execução, mas já sofreu atrasos significativos. A nova administração da Prefeitura, após assumir em janeiro, decidiu suspender a licitação da segunda fase, que previa um investimento de R$ 34,8 milhões. Essa decisão foi motivada por alegações de problemas na fase inicial, levando a uma análise crítica sobre a viabilidade da continuidade do projeto.
O que é o sistema inteligente de semáforos?
O sistema, denominado ITS, é composto por equipamentos e softwares que visam otimizar o tráfego na cidade, com foco especial nos ônibus do transporte público. O projeto inclui câmeras, sensores e semáforos adaptativos, todos interligados a uma Central de Controle de Operações (CCO), que gerenciará informações em tempo real. O sistema também tem como objetivo fornecer dados úteis para aplicativos e órgãos de segurança, aumentando a eficiência do tráfego na cidade.
Futuro incerto para o projeto
Com a atual suspensão da continuidade do projeto, a efetividade dos semáforos inteligentes em Ribeirão Preto está ameaçada. Mesmo que a primeira fase seja finalizada, não há garantias de que o sistema funcionará plenamente, deixando a cidade sem a solução esperada para os desafios de mobilidade urbana. A falta de planejamento e continuidade nas administrações pode inviabilizar este importante avanço tecnológico.
- A continuidade do projeto depende agora da atual administração, que terá que decidir se irá retomar ou não as obras e licitações pendentes.
Notícia feita com informações do portal: g1.globo.com








