Na última segunda-feira, o público assistiu à morte da icônica Odete Roitman em "Vale Tudo", uma das personagens mais queridas da televisão brasileira. A novela, embora não tenha mais a audiência de outrora, ainda gera grande expectativa nas redes sociais. O capítulo apresentou diversos suspeitos, mas falhou em impactar como o esperado. O jornalista Thiago Stivaletti critica a falta de profundidade e a previsibilidade dos eventos.

A segunda morte de Odete Roitman na novela "Vale Tudo" não fez jus à sua grandeza. Crítica de Thiago Stivaletti destaca falhas no enredo.
Na última segunda-feira, o público parou novamente para ver a morte da bilionária Odete Roitman em “Vale Tudo”. Apesar de a novela não ter mais a audiência esmagadora dos anos 80, as redes sociais e os grupos de WhatsApp demonstraram a imensa expectativa em torno desse evento. A personagem, vivida por Debora Bloch, foi cercada de suspeitas que incluíam tia Celina, Leila, Marco Aurélio, Maria de Fátima, Heleninha, César e Olavo.
Expectativas e a realidade
O impacto da morte de Odete não correspondeu à grandeza da vilã. A crítica de Thiago Stivaletti destaca que, mesmo com a construção de um enredo repleto de suspeitos, a execução ficou aquém do que os fãs esperavam. A falta de surpresas e a previsibilidade dos acontecimentos foram mencionadas como fatores que prejudicaram a narrativa.
O legado de Odete Roitman
Odete Roitman é uma das vilãs mais memoráveis da televisão brasileira, e sua morte deveria ter sido um marco impactante. A falta de emoção e a execução apressada do episódio deixaram muitos fãs desapontados. A crítica se concentra na necessidade de um enredo mais robusto que respeite a história da personagem e a expectativa do público.
Reflexões sobre a televisão atual
A novela “Vale Tudo” ilustra a dificuldade de se criar narrativas que realmente impactem o público contemporâneo. O uso excessivo de clichês e a previsibilidade podem minar o potencial de uma boa história, resultando em desinteresse por parte da audiência. A crítica de Stivaletti chama a atenção para a importância de se reinventar na dramaturgia brasileira, respeitando a essência dos personagens que se tornaram ícones da cultura pop.
A morte de Odete Roitman deveria ter sido um grande momento na televisão, mas, em vez disso, acabou se tornando um exemplo do que não se deve fazer em uma trama que tenta capturar a atenção do público.
Notícia feita com informações do portal: redir.folha.com.br








