Filme traz temática intergeracional e reflexões sobre luto

Scarlett Johansson estreia na direção com o filme 'Eleanor the great', um tributo à sua avó. A obra explora a intergeracionalidade e o luto.
Scarlett Johansson, uma das atrizes mais bem pagas de Hollywood, estreia como diretora com o filme “Eleanor the great”. A produção, que já entrou em exibição nos Estados Unidos, é um tributo à sua avó, Dorothy Sloan, e foi lançada no Festival de Cannes, onde recebeu cinco minutos de aplausos.
A história de Eleonor
A atriz June Squibb, prestes a completar 96 anos, vive Eleonor, uma mulher que enfrenta o luto pela morte de sua melhor amiga, Bessie. Após essa perda, Eleonor se muda para Nova York para morar com sua filha Lisa e seu neto. Para ajudá-la, Lisa a inscreve em um coral, onde a trama se desenrola entre humor e emoção. A história é narrada por Nina, uma jovem estudante de jornalismo que também está lidando com sua própria perda.
Reflexões sobre o luto
O filme traz à tona a importância de falar sobre as tristezas e os traumas, refletindo sobre como as gerações passadas enfrentaram suas dores. Johansson utiliza a narrativa para conectar as duas mulheres, mostrando que, apesar das diferenças de idade, o luto pode criar laços profundos.
O impacto da direção
Com “Eleanor the great”, Scarlett Johansson marca sua transição para a direção, mostrando seu talento além da atuação. O filme não só homenageia sua avó, mas também abre espaço para discussões sobre a intergeracionalidade e a forma como lidamos com a dor. A atriz afirma que é gratificante fazer parte do mundo das mulheres mais influentes e sexys do cinema.
Notícia feita com informações do portal: g1.globo.com








