Entenda como o roubo transformou a Mona Lisa em um ícone mundial

Roubo da Mona Lisa em 1911 elevou a fama da obra a níveis mundiais. Descubra como isso ocorreu.
Roubo da Mona Lisa em 1911: um marco na história da arte
Em 21 de agosto de 1911, a Mona Lisa, obra de Leonardo da Vinci, desapareceu do Museu do Louvre, em Paris. O roubo teve repercussão mundial, transformando a obra em um ícone da cultura. Neste domingo (19), mais de um século após o roubo, criminosos invadiram o Louvre e roubaram joias históricas da monarquia francesa.
A fama instantânea da Mona Lisa
Antes do roubo, a Mona Lisa já era admirada, mas não atraía as multidões que passaram a visitá-la após o seu desaparecimento. Durante dois anos, muitos se dirigiram ao Louvre apenas para ver o espaço vazio onde a pintura costumava estar. O roubo não só causou um escândalo, mas também impulsionou a fama da obra a níveis sem precedentes.
O ladrão e suas motivações
Vincenzo Peruggia, o responsável pelo roubo, não era um criminoso astuto. Tendo trabalhado no Louvre, ele sabia como acessar a pintura. O roubo ocorreu em uma segunda-feira, quando o museu estava fechado, e a ausência da obra só foi notada no dia seguinte. A polícia iniciou uma investigação que envolveu figuras proeminentes da época, como o poeta Guillaume Apollinaire e o pintor Pablo Picasso, ambos inocentados posteriormente.
Recuperação da obra
A Mona Lisa foi recuperada em 10 de dezembro de 1913, quando Peruggia tentou entregá-la a um antiquário na Itália. Ele alegou que seu ato era patriótico, acreditando que a pintura deveria retornar à Itália. No entanto, a história revelou que a obra já pertencia à França desde o século 16, quando foi adquirida pelo rei Francisco 1º. A narrativa em torno do roubo solidificou a Mona Lisa como um dos maiores tesouros da arte mundial.
Notícia feita com informações do portal: g1.globo.com








