Tati Bernardi compartilha as curiosidades da filha sobre arte e artistas

Tati Bernardi reflete sobre as curiosidades da filha a respeito de Mônica e Michael Jackson.
A curiosidade infantil sobre Mônica e Michael Jackson
Mônica, Michael e Mocotó são nomes que ressoam na mente de uma criança de sete anos, e é exatamente isso que Tati Bernardi, escritora e roteirista, explora em sua crônica. A autora compartilha um relato íntimo sobre a curiosidade de sua filha, que, entre questionamentos e descobertas, se encanta por figuras icônicas da cultura pop e da infância.
Mônica: da telinha para a realidade
A jornada começa com Mônica, da famosa Turma da Mônica. A filha de Tati, inicialmente fascinada pelos desenhos animados, evolui para os gibis, e logo assistem juntas aos filmes da trilogia “Laços”, “Lições” e “Turma da Mônica Jovem: Reflexos do Medo”. Essa experiência leva a um passeio ao estúdio do criador Maurício de Sousa, onde a pequena descobre que Mônica é, de fato, uma personagem criada por um artista. A confusão entre a atriz que interpreta a personagem e a Mônica ‘real’ se torna um ponto central da narrativa, revelando a imaginação fértil da criança.
A descoberta de Michael Jackson
A paixão da menina por Mônica é temporariamente ofuscada quando ela descobre Michael Jackson através do clipe “Smooth Criminal”. A intensidade da admiração é palpável: a criança se encanta, dança e se torna uma verdadeira fã do rei do pop. A autora se vê em uma nova onda de perguntas sobre a vida do artista, suas transformações e a sua trajetória. Tati se esforça para explicar temas complexos como vitiligo, saúde mental e a infância difícil do cantor, sempre com uma pitada de humor e empatia.
Mocotó e a cultura pop brasileira
A narrativa ganha um novo tom quando a filha de Tati descobre o clipe-paródia “André Marques que fez o Mocotó!”. O interesse dela por entender a relação entre Michael Jackson e a cultura pop brasileira se intensifica. A curiosidade da criança se manifesta em perguntas sobre a amizade entre artistas, suas reações e a influência de suas obras na sociedade. Tati, entre risos e desespero, tenta responder às questões que refletem a inocência e a intensidade do olhar infantil.
Reflexões sobre a arte e seus criadores
A crônica de Tati Bernardi não é apenas uma narrativa sobre a infância, mas uma reflexão profunda sobre a relação entre a arte e seus criadores. Em meio a risadas e confusões, a autora expressa sua esperança de que, ao crescer, sua filha consiga apreciar a arte, mesmo diante de polêmicas envolvendo seus criadores. A mensagem é clara: é possível amar a arte independentemente das falhas humanas dos artistas.
Conclusão
Com um tom leve e divertido, Tati Bernardi nos leva a uma viagem pela mente criativa de uma criança, mostrando como ícones da cultura pop podem influenciar e moldar a percepção da arte. A crônica termina com uma nova pergunta da filha, agora sobre “Malhação”, encerrando o ciclo de curiosidades que permeiam a infância e a descoberta do mundo. Através da perspectiva de uma mãe, somos convidados a refletir sobre como a arte e a cultura se entrelaçam na formação das novas gerações.
Fonte: www1.folha.uol.com.br
Fonte: Tati Bernardi








