Agricultores familiares do Polo Wilson Pinheiro, na região da Transacreana, clamam por soluções urgentes devido ao atraso no pagamento dos insumos fornecidos para a merenda escolar. A situação gera apreensão e põe em risco a sustentabilidade da produção local, essencial para o abastecimento das escolas da região.
De acordo com relatos dos produtores, o não cumprimento dos prazos de pagamento impacta diretamente a capacidade de investimento nas lavouras e na aquisição de novos insumos. Essa incerteza financeira compromete a continuidade do fornecimento de alimentos frescos e de qualidade para os estudantes.
A Direção de Gestão da Secretaria de Educação de Rio Branco (Seme) reconheceu o atraso, justificando-o por um problema técnico nos repasses do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Contudo, a Seme prometeu regularizar os pagamentos na próxima semana, utilizando recursos próprios da prefeitura.
“Estamos trabalhando para solucionar essa questão o mais rápido possível. Entendemos a importância desses produtores para a merenda escolar e para a economia local”, afirmou um representante da Seme. A expectativa é que a promessa se concretize, aliviando a situação dos agricultores e garantindo o fornecimento contínuo de alimentos nas escolas.
Fonte: http://ac24horas.com








