A história da Feira Central e sua importância cultural em Campo Grande

A Feira Central é um símbolo cultural de Campo Grande, com 100 anos de história.
A Feira Central de Campo Grande, que há 100 anos reúne pessoas de diferentes origens e idades, é um dos símbolos culturais mais tradicionais da capital sul-mato-grossense. Em 2001, uma reportagem da TV Morena mostrou a polêmica mudança da Feira Livre para o espaço dos antigos ferroviários — uma decisão que ainda divide opiniões. Reconhecida em 2017 como Patrimônio Cultural Imaterial, a Feira Central é hoje um dos principais pontos turísticos de Campo Grande.
História e mudanças de endereço
Sua primeira organização oficial ocorreu em 1925, quando o local ainda era conhecido como Praça do Mercado. Em 1955, a feira mudou para a Rua 15 de Novembro, onde permaneceu até 1958, quando foi inaugurado o Mercado Municipal. As mudanças de endereço acompanharam o crescimento de Campo Grande e as novas demandas por infraestrutura e higiene.
Desafios e adaptações
Entre 1958 e 1964, a feira funcionou na Rua Antônio Maria Coelho. Com o aumento do número de comerciantes, surgiram desafios relacionados à limpeza e fiscalização. Atendendo aos pedidos da população, o poder público transferiu a feira novamente, desta vez para a região das ruas José Antônio, Abraão Júlio Rahe e Padre João Crippa.
A modernização da Feira Central
Com o passar das décadas, a Feira Central se tornou um retrato da identidade campo-grandense, especialmente nas décadas de 1960 e 1970, quando se tornou ponto de encontro de jovens e trabalhadores da noite. Hoje, a feira preserva suas tradições, mas com uma estrutura moderna, reforço na higiene e instalações confortáveis, mantendo o clima acolhedor que faz parte de sua história.








