Religioso enfrentou complicações de saúde e precisa de tratamento contínuo

Padre Márlon Múcio recebeu alta após 14 dias na UTI devido a complicações de saúde.
Na noite de quinta-feira (16), o padre Márlon Múcio, de Taubaté (SP), recebeu alta médica após 14 dias internado na UTI. Ele estava internado desde o dia 3 de outubro devido a problemas na traqueostomia, uma complicação relacionada à sua condição rara, a Deficiência do Transportador de Riboflavina (RTD). O padre precisa tomar 315 comprimidos diariamente para sobreviver.
Complicações de saúde e internações
O religioso teve que cancelar sua participação em um evento beneficente, que ocorreu no início de outubro, para arrecadar fundos para o Hospital Nossa Senhora dos Raros, fundado por ele e que é a única unidade de saúde do Brasil dedicada a pacientes com doenças raras. Anteriormente, no dia 22 de setembro, ele já havia recebido alta da UTI, após uma internação de oito dias.
Durante o mês de setembro, ele passou por uma sequência de internações, somando 19 dias em tratamento intensivo.
Vida e trabalho do padre Márlon
Diagnosticado com a doença rara aos 45 anos, Márlon Múcio é uma figura proeminente na luta por melhorias na saúde de pacientes com condições raras. Ele é autor de 45 livros e acumula quase um milhão de seguidores nas redes sociais, onde compartilha sua luta e a importância de conscientização sobre doenças raras. Além disso, é protagonista do filme ‘Milagre Vivo’, que narra sua história e desafios enfrentados devido à sua saúde.
O impacto da Deficiência do Transportador de Riboflavina
A Deficiência do Transportador de Riboflavina é classificada como uma doença rara, afetando menos de 1 em cada 2 mil nascidos vivos. Segundo estimativas, cerca de 13 milhões de brasileiros lidam com condições raras. Márlon, que começou a apresentar os primeiros sintomas da doença aos 7 anos, continua sua luta pela visibilidade e tratamento adequado para doenças raras no Brasil.
Notícia feita com informações do portal: g1.globo.com








