Caso chocante revela passagens policiais do suspeito por crimes graves

Padrasto confessa ter matado menina de cinco anos e foi preso junto com a mãe.
O caso de Maria Clara Aguirre Lisboa, de cinco anos, chocou a comunidade de Itapetininga (SP) quando seu padrasto, Ribeiro Machado, de 23 anos, confessou ter matado a menina e enterrado o corpo no quintal de casa. A mãe da criança, Luiza Aguirre Barbosa Da Silva, de 25 anos, também foi presa após confessar participação no crime. O corpo da criança foi encontrado em 14 de outubro, enterrado em uma cova rasa e concretada.
Histórico criminal do padrasto
Ribeiro possui diversas passagens policiais, incluindo estupro, roubo e violência doméstica. Em janeiro de 2025, ele foi denunciado por ameaçar Maria Clara, o que resultou em um registro sob a Lei Maria da Penha. Além disso, responde por porte de arma e assaltos em anos anteriores. As autoridades já haviam sido alertadas sobre a situação da criança, mas não conseguiram agir a tempo.
Investigação e descoberta do crime
A avó de Maria Clara procurou o Conselho Tutelar no início de outubro, reportando o desaparecimento da neta. O corpo foi encontrado após a polícia receber uma denúncia e realizar diligências. O exame pericial indicou que a menina estava enterrada há aproximadamente 20 dias, e os pais confessaram ter ocultado o corpo logo após o crime.
Consequências legais
Após a descoberta do corpo, o casal foi interrogado e manteve a versão do crime. Ambos foram presos em audiência de custódia e devem responder por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. O caso gerou uma onda de indignação e questionamentos sobre a proteção de crianças em risco, uma vez que já havia denúncias anteriores sobre a violência na família.
O sepultamento de Maria Clara ocorreu no dia 15 de outubro, sem velório, devido ao estado avançado de decomposição do corpo. Somente familiares do pai biológico puderam participar do ato.
Notícia feita com informações do portal: g1.globo.com








