Secretário de Segurança do Rio justifica abordagem em operação contra o Comando Vermelho

Victor Santos, secretário de Segurança do RJ, defende operação que resultou em 121 mortes, afirmando que o foco era coletar dados e não apenas prender líderes do crime.
Em 4 de novembro de 2025, a operação nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro, resultou em ao menos 121 mortes. O secretário de Segurança Pública do estado, Victor Santos, afirmou que o foco não era prender os líderes do Comando Vermelho, mas sim coletar dados para asfixiar a facção criminosa. Santos negou que a operação tenha sido uma emboscada e ressaltou a importância de segurança na execução das ações policiais.
Estratégias de abordagem
O planejamento da operação levou um ano e incluiu uma série de estratégias para minimizar riscos à população. Santos afirmou que a polícia utilizou tecnologia para mapear as atividades da facção, enfatizando que a coleta de dados financeiros é crucial para desmantelar organizações criminosas. O secretário destacou a importância de preservar vidas inocentes durante a operação.
Desdobramentos e críticas
Santos defendeu a operação como um sucesso, argumentando que o objetivo era coletar informações significativas para a investigação, e não apenas prender os líderes. Apesar do alto número de mortes, ele ressaltou que a premissa era preservar a vida dos inocentes. A operação, segundo ele, foi planejada com cuidado para evitar que criminosos fugissem durante o cumprimento dos mandados.
Conclusão
A abordagem adotada pelo secretário evidencia uma mudança no foco das operações policiais, priorizando a coleta de dados e a desarticulação de redes criminosas, em vez de ações que visem apenas a prisão de líderes. Essa estratégia levanta importantes questões sobre a eficácia e a segurança das operações policiais no Rio de Janeiro.
Notícia feita com informações do portal: www1.folha.uol.com.br








