A Câmara dos Deputados aprovou, em 1º de outubro de 2025, um projeto que amplia a isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil mensais. Se sancionado, o projeto permitirá que cerca de 10 milhões de contribuintes sejam isentos a partir de 2026, resultando em uma economia anual de até R$ 4.067 para quem recebe esse valor. A proposta ainda inclui descontos progressivos para rendas até R$ 7.350 mensais. A medida, uma promessa de campanha do presidente Lula, visa aliviar a carga tributária sobre a população de baixa renda e deve impactar significativamente a arrecadação do governo.

Câmara aprova isenção de IR para quem ganha até R$ 5 mil mensais; economia pode chegar a R$ 4.067 por ano.
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (1º) um projeto que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil por mês, o que poderá gerar uma economia significativa para milhões de brasileiros. O texto ainda precisa ser sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para entrar em vigor em 2026.
Impactos da nova isenção
Com a mudança, quem recebe R$ 5 mil por mês poderá ter uma economia de R$ 312,89 mensais, totalizando R$ 4.067 ao longo do ano, considerando o décimo terceiro salário. O projeto também prevê descontos menores para rendas até R$ 7.350 mensais, beneficiando assim uma categoria maior de contribuintes. Por exemplo, quem ganha R$ 7 mil por mês terá um ganho anual de R$ 259,69.
Detalhes do projeto
Atualmente, estão isentos do Imposto de Renda os contribuintes com renda de até R$ 3.036 mensais. A proposta, se sancionada, incluirá cerca de 10 milhões de novos isentos e deve resultar em mais de 26,6 milhões de contribuintes livres do imposto. A ampliação da faixa de isenção está alinhada com a promessa de campanha do presidente Lula e representa um impacto estimado de R$ 25,8 bilhões na arrecadação do governo.
Próximos passos
O projeto ainda enfrentará mais uma etapa no Senado, onde poderá passar por novas avaliações. Além disso, a proposta busca compensar a perda de arrecadação com a implementação de uma alíquota progressiva para rendimentos anuais acima de R$ 600 mil, visando taxar os super-ricos.
A proposta do governo reflete uma tentativa de reequilibrar a carga tributária e beneficiar a população de baixa renda, em um contexto de preparativos para as eleições de 2026.
Notícia feita com informações do portal: g1.globo.com








