Fernando Takao Marishiqui Filho dirigia embriagado e em alta velocidade

Motorista embriagado é condenado a 12 anos e 11 meses pela morte de fisiculturista e amiga em Boa Vista.
Nesta quarta-feira (22), o Tribunal do Júri de Boa Vista condenou Fernando Takao Marishiqui Filho a 12 anos e 11 meses de prisão pela morte da fisiculturista Ariane Real da Silva e Layse Sampaio Salomão. O acidente ocorreu em outubro de 2023, quando Takao dirigia um Camaro em alta velocidade e sob efeito de álcool, colidindo com o veículo das vítimas.
Detalhes do acidente e da condenação
O júri reconheceu que Takao assumiu o risco de matar ao dirigir em velocidade superior a 127 km/h, quando o limite era de 60 km/h. O laudo pericial confirmou que o motorista tinha 28 infrações de trânsito registradas e se recusou a fazer o teste do bafômetro no dia do acidente. Além da pena de prisão, ele teve o direito de dirigir suspenso por cinco anos e terá que pagar uma multa de 20 salários mínimos.
Impacto das mortes
Ariane, que deixou um bebê de 1 ano, morreu no local do acidente, enquanto Layse faleceu no hospital. O caso gerou grande comoção e levantou questões sobre a direção sob efeito de álcool e a segurança nas vias. Testemunhas relataram que o Camaro trafegava em “altíssima velocidade” e que Takao apresentava sinais de embriaguez.
Repercussões e próxima etapa judicial
Takao permanece preso desde 2023, e o juiz negou seu direito de recorrer em liberdade, determinando a execução imediata da pena. O Ministério Público de Roraima, representado por três promotores, foi fundamental para a condenação. O caso continua a ser um alerta sobre os perigos da direção irresponsável e as consequências trágicas que podem advir dela.








