Prevenção é a chave para evitar eventos cardiovasculares

Entenda como os fatores de risco modificáveis impactam a saúde cardiovascular e como a prevenção é essencial.
Em 7 de novembro de 2025, cardiologistas alertaram sobre a importância da prevenção dos infartos, que não são eventos aleatórios, mas resultantes de fatores de risco conhecidos e modificáveis. Esse medo pode estar relacionado à visão comum do infarto como um evento súbito e imprevisível. Contudo, a maioria dos infartos é causada por fatores que podem ser controlados e monitorados ao longo do tempo.
O que é um infarto?
O infarto agudo do miocárdio ocorre quando há a morte de células do músculo cardíaco devido à interrupção do fluxo sanguíneo, geralmente causado por obstrução das artérias coronárias por placas de colesterol. A aterosclerose, que muitas vezes não apresenta sintomas, pode culminar em um infarto como sua primeira manifestação. Assim, é fundamental estar atento aos fatores de risco.
Sintomas e ações
A dor torácica é o sintoma principal, descrita como pressão ou queimação no peito. Outros sintomas podem incluir falta de ar e cansaço. A recomendação é nunca ignorar uma dor no peito e procurar atendimento médico imediato, já que isso pode evitar complicações maiores e até a morte.
Fatores de risco modificáveis
Um estudo de 2004, chamado Interheart, identificou nove fatores de risco modificáveis que são responsáveis por mais de 90% dos eventos coronarianos. Eles incluem colesterol alto, tabagismo, hipertensão, diabetes, obesidade abdominal, fatores psicossociais, baixo consumo de frutas e vegetais, sedentarismo e consumo de álcool. A mudança de hábitos e o monitoramento regular da saúde são essenciais para a prevenção.
A importância da prevenção
O cuidado com a saúde do coração deve ser uma prioridade nas escolhas diárias. Consultas médicas regulares e a adoção de um estilo de vida saudável são medidas que podem fazer a diferença. O reconhecimento precoce dos fatores de risco e o tratamento adequado são fundamentais para garantir maior proteção ao paciente. Não espere os sintomas aparecerem; a prevenção é a melhor estratégia.
Notícia feita com informações do portal: www1.folha.uol.com.br








