Atriz fala sobre como interpretar a socialite transformou sua relação com o prazer

Marjorie Estiano revela como interpretar Ângela Diniz a fez repensar sua relação com o prazer e o machismo na sociedade.
Em São Paulo, em 5 de novembro de 2025, a atriz Marjorie Estiano revelou como interpretar Ângela Diniz na série da HBO Max mudou sua relação com o prazer e a autoconfiança. Ao receber o convite do diretor Andrucha Waddington, Marjorie decidiu estudar a vida da socialite assassinada em 1976.
Ao ouvir o podcast “Praia dos Ossos”, ela ficou fascinada e buscou compreender a complexidade da personagem. A atriz descreveu Ângela como “autoconfiante e solar”, e o processo de interpretação como um desafio enriquecedor.
Desafios e reflexões sobre o machismo
Marjorie discutiu a necessidade de abordar a vida de Ângela sem reduzi-la a um único aspecto. A atriz mencionou a importância de debater cada cena com a equipe, evitando a objetificação da personagem. O papel a levou a refletir sobre o machismo que ainda permeia a sociedade, citando casos atuais como o da influenciadora Mariana Ferrer.
O impacto pessoal
A experiência influenciou a própria relação de Marjorie com o prazer e a liberdade. Ela reconheceu que a educação e a criação muitas vezes impõem barreiras ao corpo feminino, refletindo sobre sua infância e suas ideias sobre casamento e maternidade. Embora tenha congelado os óvulos, a atriz ainda avalia sua posição sobre a maternidade e as expectativas sociais.
Conclusão
Marjorie Estiano vê sua atuação como uma oportunidade de promover discussões sobre a autonomia feminina e o machismo persistente. A série, que estreia em 13 de novembro de 2025, promete trazer à tona questões relevantes sobre a liberdade da mulher e suas lutas diárias.
Notícia feita com informações do portal: redir.folha.com.br








