Presença de Geraldo Alckmin na Bolívia marca a estratégia do presidente brasileiro

Lula se ausenta da posse de Rodrigo Paz na Bolívia e prioriza eventos de líderes de esquerda na América Latina.
Lula evita cerimônia de posse na Bolívia
Em Bolívia, 8 de novembro de 2025, a ausência de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na posse do presidente eleito Rodrigo Paz é um indicativo de sua estratégia de priorizar aliados de esquerda na América Latina. O vice-presidente Geraldo Alckmin representou o Brasil, enquanto Lula participará de uma cúpula com a União Europeia na Colômbia no dia seguinte.
Tendência de ausência em posses de líderes de direita
Lula já havia se ausentado das posses de líderes de direita, incluindo Javier Milei na Argentina e Daniel Noboa no Equador, em eventos que marcam uma mudança na diplomacia brasileira. Em sua posse, Paz, que representa um afastamento da hegemonia do Movimento ao Socialismo (MAS), enfatizou que a Bolívia não ficará mais isolada de ideologias fracassadas. Outros líderes de esquerda, como Gabriel Boric e Yamandú Orsi, compareceram à cerimônia.
Repercussão e contexto político
A escolha de Lula de não comparecer à posse de Paz reflete tensões anteriores, principalmente com Milei, que já havia criticado o presidente brasileiro. A decisão de Lula de não comparecer à cerimônia de Paz repete uma tendência que começou em seu terceiro mandato, onde ele evita eventos que não alinham com sua política.
Futuras interações diplomáticas
Com a aproximação de Lula à cúpula da Celac, espera-se que o presidente busque fortalecer laços com países que compartilham suas ideologias, particularmente em um momento de crescente polarização política na América Latina. A presença de líderes de direita, como o americano Christopher Landau, destaca a complexidade das relações regionais.
Notícia feita com informações do portal: www1.folha.uol.com.br








