Magistrados analisam recursos após condenação; julgamento será retomado em novembro

Julgamento do motorista que atropelou Marina Harkot avança; um voto pede prisão imediata, mas magistrados pedem vistas.
Julgamento do caso Marina Harkot avança com pedido de prisão imediata
A análise do caso de Marina Harkot, ciclista morta em um atropelamento em 2020, ganhou novos desdobramentos nesta quarta-feira (22) no Tribunal de Justiça de São Paulo. O empresário José Maria da Costa Júnior, condenado a 13 anos de prisão, recebeu um voto pela sua prisão imediata, mas o julgamento foi adiado para o dia 5 de novembro após pedidos de vistas de magistrados.
Detalhes do julgamento
O réu foi considerado culpado por homicídio doloso, embriaguez ao volante e omissão de socorro. A desembargadora Carla Rahal Benedetti, relatora do caso, argumentou que o motorista assumiu o risco ao dirigir sob efeito de álcool. O Ministério Público pedia uma pena de 18 anos e 4 meses, mas a defesa argumenta que não há provas suficientes para manter a condenação.
Repercussão do caso
Marina Harkot, aos 28 anos, era socióloga e ativista em prol dos direitos dos ciclistas. O caso gerou grande repercussão nas redes sociais e protestos pela segurança no trânsito. A família de Marina busca justiça e a responsabilização do motorista. A mãe da vítima já se manifestou sobre a pena, considerando-a insuficiente, e ressaltou a importância de continuar lutando por justiça.
Próximos passos
O julgamento será retomado no dia 5 de novembro, onde as questões levantadas pelos desembargadores serão reanalisadas. A expectativa é que a discussão sobre a pena e a possibilidade de um novo júri sejam centrais nas próximas audiências.
Notícia feita com informações do portal: g1.globo.com








