Cleiton Conrado, de 25 anos, foi acusado de envenenar namorada após churrasco em Osasco

Cleiton Conrado, de 25 anos, é a sétima vítima de intoxicação por metanol em São Paulo.
Cleiton da Silva Conrado, de 25 anos, foi encontrado morto em sua casa em Osasco no dia 23 de setembro. Ele é a sétima vítima confirmada por intoxicação por metanol em São Paulo. Após um churrasco onde outra pessoa também morreu, Cleiton foi acusado por vizinhos de envenenar sua namorada, Jhenifer Carolina dos Santos Gomes, que também foi encontrada desacordada.
O que aconteceu no churrasco
Durante o evento, Cleiton e Jhenifer estavam acompanhados de Daniel, outra vítima que acabou falecendo. Após o churrasco, Cleiton e Daniel foram a uma adega comprar bebidas, incluindo uísque e possivelmente gin. A viúva de Daniel revelou que os dois sempre compravam no local sem problemas. A polícia recolheu as garrafas para investigação.
Consequências trágicas
Os exames realizados no corpo de Cleiton mostraram 16 dg/L de metanol e a presença de cocaína. O médico que atendeu o chamado encontrou Cleiton caído, sem sinais de violência, sugerindo uma overdose. Com isso, a família de Cleiton teve que deixar São Paulo por conta de ameaças recebidas.
Aumento das mortes por metanol
Até o momento, as mortes confirmadas por intoxicação por metanol no estado aumentaram de 38 para 42, enquanto os casos investigados caíram para 18. A intoxicação por metanol é extremamente perigosa e pode levar à cegueira, coma e morte, já que ataca diretamente o fígado e compromete o sistema nervoso central.
A tragédia envolvendo Cleiton e seus amigos destaca a gravidade do problema do metanol em bebidas e a necessidade urgente de medidas para garantir a segurança do consumo.








