Tragédia ocorreu enquanto Júlia Guerra Monteiro atravessava a canaleta exclusiva do transporte

A jornalista Júlia Guerra Monteiro, de 35 anos, faleceu após ser atropelada por um ônibus em Curitiba.
Tragédia em Curitiba: jornalista morre atropelada por ônibus
Na tarde de terça-feira, 18 de outubro, a jornalista Júlia Guerra Monteiro, de 35 anos, perdeu a vida tragicamente ao ser atropelada por um ônibus biarticulado da linha Ligeirão Norte/Sul em Curitiba, Paraná. O acidente ocorreu enquanto ela atravessava a canaleta exclusiva destinada ao transporte coletivo.
Circunstâncias do acidente
De acordo com informações da empresa Transporte Coletivo Glória, responsável pelo ônibus, Júlia teria “entrado repentinamente na frente do veículo”, impossibilitando qualquer reação do motorista. Apesar de ter sido socorrida ainda com vida, a jornalista não resistiu aos ferimentos e faleceu durante o trajeto para o hospital.
Vida pessoal e legado
Natural de São Paulo, Júlia estava em Curitiba a trabalho, já que seu marido estuda na Universidade de São Paulo (USP). A tragédia deixa um legado de dor para a família, que inclui seu esposo e um filho de apenas cinco anos. O impacto da perda é sentido não apenas pela família, mas por todos que a conheciam e admiravam seu trabalho.
Nota da empresa de transporte
A Transporte Coletivo Glória divulgou uma nota oficial lamentando a fatalidade, manifestando “solidariedade aos familiares e amigos da vítima neste momento de profunda dor”. A empresa se comprometeu a colaborar com as investigações que seguem em andamento para esclarecer os detalhes do acidente.
Investigação em andamento
Neste momento, as autoridades estão investigando as circunstâncias que levaram ao acidente. A análise das imagens das câmeras de segurança da área e depoimentos de testemunhas são parte fundamental dessa investigação. A tragédia destaca a importância da segurança nas vias públicas, especialmente em áreas de tráfego intenso como as canaletas de ônibus.
Júlia Guerra Monteiro será lembrada não apenas por sua profissão, mas pela vida que deixou e o amor que tinha por sua família.
Fonte: tnonline.uol.com.br








