Banco ultrapassa Petrobras em valor de mercado

Itaú ultrapassa Petrobras e se torna a maior empresa da B3, com R$ 401,9 bilhões em valor de mercado.
Em 3 de novembro de 2025, o Itaú Unibanco ultrapassou a Petrobras em valor de mercado, tornando-se a maior empresa da Bolsa de Valores brasileira, com R$ 401,9 bilhões. O levantamento da Elos Ayta revelou que a Petrobras, que tinha R$ 396,5 bilhões, não conseguia manter a liderança pela primeira vez desde 2020.
Desempenho das ações
No pregão do dia, as ações do Itaú apresentaram alta de 1,5%, cotadas a R$ 40,02. Em contraste, os papéis da Petrobras tiveram variações de 1,18% e 0,83%, a R$ 30,10 e R$ 31,77, respectivamente. Ambas as empresas contribuíram para a valorização do Ibovespa, que superou os 150 mil pontos, um nível psicológico que pode indicar novos ganhos.
Contexto do mercado financeiro
O crescimento do Itaú é atribuído ao fortalecimento do setor financeiro, que se beneficia da expectativa de uma recuperação gradual na concessão de crédito e da estabilidade nos resultados corporativos. Resultados recentes de outros bancos, como o Santander e o Bradesco, mostraram lucros crescentes, com o Santander reportando R$ 4 bilhões e o Bradesco R$ 6,2 bilhões.
Expectativas para os resultados
O Itaú divulgará seus resultados financeiros no dia 4 de novembro, com expectativas de números sólidos, impulsionados pela concessão disciplinada de empréstimos. O lucro projetado é de R$ 11,78 bilhões. Apesar das incertezas, analistas indicam que o Itaú continua sendo uma opção viável em um ambiente econômico desafiador.
Comparação com a Petrobras
Desde fevereiro, a Petrobras perdeu mais de R$ 120 bilhões em valor de mercado devido à volatilidade dos preços do petróleo e discussões sobre sua política de dividendos. A empresa mais valiosa do Brasil, porém, não está na B3, mas sim o Nubank, avaliado em R$ 418 bilhões na NYSE.
Ranking das maiores empresas da B3
Atualmente, o ranking das cinco empresas mais valiosas da B3 é liderado pelo Itaú, seguido pela Petrobras, Vale (R$ 278,6 bilhões), BTG Pactual (R$ 248,9 bilhões) e Ambev (R$ 198,2 bilhões). A mudança no ranking demonstra a crescente força dos bancos no mercado acionário brasileiro.
Notícia feita com informações do portal: www1.folha.uol.com.br








