Secretário da Fazenda destaca a importância de uma indústria forte para o setor

O Brasil deve desenvolver uma indústria de hidrogênio verde competitiva, alerta Rafael Dubeux, secretário da Fazenda.
Em Brasília, no dia 10 de outubro de 2025, o secretário-executivo adjunto do Ministério da Fazenda, Rafael Dubeux, afirmou que o Brasil precisa desenvolver uma indústria de hidrogênio verde competitiva para não se tornar um mero exportador do produto. O governo Lula (PT) busca caminhos para incentivar uma indústria associada ao hidrogênio, evitando os erros do passado com commodities de baixa agregação de valor.
Apostas do governo na COP30
Às vésperas da COP30, o Brasil anunciou a criação de um centro de referência para o desenvolvimento do hidrogênio em seu território. Dubeux mencionou que uma das grandes apostas do país na conferência será o TFFF (Fundo Florestas Tropicais para Sempre), que tem sido bem recebido por investidores internacionais. Ele destacou que o governo espera que outros países sigam o exemplo do Brasil e invistam nesse mecanismo.
Comparação histórica
Dubeux comparou a potencialidade do hidrogênio verde a ciclos históricos de exportação do Brasil, como o pau-brasil, a cana-de-açúcar, o ouro e o café. “Não queremos entrar em um novo ciclo de exportação de commodities de baixa agregação de valor”, disse ele, enfatizando a necessidade de agregar valor ao hidrogênio.
Implicações para o futuro
A mensagem do secretário é clara: o Brasil deve aproveitar seu potencial para se posicionar como um líder na produção de hidrogênio verde, mas com foco na indústria local, garantindo que o país não repita os erros do passado e se torne apenas um exportador de matérias-primas.
Notícia feita com informações do portal: www1.folha.uol.com.br








