Forças venezuelanas se prepararam para possíveis confrontos em resposta às manobras militares americanas

A Venezuela posiciona tropas e coloca armas 'nas mãos do povo' em resposta à presença militar dos EUA.
Aumenta a tensão entre EUA e Venezuela com o governo de Nicolás Maduro posicionando tropas perto da costa caribenha e colocando armas ‘nas mãos do povo’ para possíveis confrontos. Os Estados Unidos, que enviaram navios e aviões de guerra em agosto, justificam suas ações como parte de uma operação antidrogas, mas Caracas denuncia como uma tentativa de mudar o regime e se apoderar do petróleo venezuelano.
Reações de Maduro e Cabello
O vice-presidente do partido, Diosdado Cabello, confirmou que a Venezuela está em uma fase de agressão e cerco. Enquanto isso, Donald Trump defende o uso do poderio militar americano contra cartéis relacionados a Maduro. O presidente venezuelano classifica essas manobras como uma das ameaças militares mais graves da história do país.
Alistamento e treinamento militar
Diante da crescente presença militar dos EUA, Maduro ordenou exercícios permanentes e convocou o alistamento de civis, que estão sendo treinados no manejo de fuzis. O governo também acusa as forças americanas de execuções extrajudiciais, referindo-se à destruição de embarcações de narcotraficantes como ‘sentenças de morte’ em alto-mar.
Pedido ao Conselho de Segurança da ONU
Na última sexta-feira, Caracas solicitou ao Conselho de Segurança das Nações Unidas que intervenha para impedir os EUA de cometer o que considera um crime internacional. Segundo a Venezuela, as manobras do governo Trump visam criar um conflito para justificar uma invasão ao país.
Notícia feita com informações do portal: g1.globo.com








