Na quinta-feira (9), Gleisi Hoffmann, ministra de Relações Institucionais, declarou que o governo precisará recompor receitas do Orçamento após a derrota da medida provisória que propunha aumento de impostos. A MP perdeu a validade na quarta-feira (8) devido à aprovação de um requerimento de retirada de pauta por parte da oposição e partidos como União Brasil, PP e Republicanos. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, está buscando alternativas para compensar a perda de arrecadação e reduzir despesas obrigatórias em 2026, ano eleitoral. O presidente Lula também se manifestou, defendendo que as fintechs paguem os impostos devidos.

Após a derrota da medida provisória de aumento de impostos, Gleisi Hoffmann afirma que será necessário recompor o orçamento do governo.
Nesta quinta-feira (9), a ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, destacou que, após a derrota da medida provisória de aumento de impostos na Câmara, o governo terá que recompor receitas para fechar o Orçamento. A MP perdeu a validade na quarta-feira (8), quando a oposição e partidos como União Brasil, PP e Republicanos aprovaram um requerimento de retirada de pauta.
O papel do Ministério da Fazenda
Fernando Haddad, ministro da Fazenda, afirmou que apresentará ao presidente Lula alternativas para compensar a perda de arrecadação. O governo está em busca de soluções para sustentar a arrecadação e reduzir despesas obrigatórias em 2026, ano eleitoral.
Reações do governo
Gleisi mencionou que ainda não sabe quais propostas serão apresentadas pelo Ministério da Fazenda, mas reforçou a importância de fechar o orçamento. Em uma declaração, ela manifestou otimismo, afirmando: “Vai dar certo”. Já o presidente Lula defendeu que as fintechs “paguem os impostos devidos”.
Contexto da medida provisória
A medida provisória que propunha o aumento de impostos era considerada uma estratégia do governo para melhorar a arrecadação, mas encontrou resistência, levando à sua rejeição. A movimentação política em torno dessa questão revela as dificuldades enfrentadas pelo governo em sua gestão fiscal, especialmente em um ano eleitoral.
Notícia feita com informações do portal: redir.folha.com.br








