Garota de 13 anos celebra novo coração e se torna influenciadora pró-doação


História de Lavínia inspira e conscientiza sobre transplantes

Garota de 13 anos celebra novo coração e se torna influenciadora pró-doação
Foto: Zanone Fraissat/Folhapress

Lavínia, 13 anos, superou miocardiopatia e agora é influenciadora pela doação de órgãos.

Na cidade de São Paulo, Lavínia, 13 anos, celebra a vida após um transplante de coração realizado em maio de 2023; diagnosticada com miocardiopatia hipertrófica, sua história se transformou em uma missão de conscientização sobre doação de órgãos nas redes sociais. Ela conta como a condição a limitava e como a nova chance a impulsionou a se tornar uma influenciadora, reunindo 275 mil seguidores em seu perfil @coracaoparalavinia.

Desafio desde cedo

Lavínia recebeu o diagnóstico de miocardiopatia hipertrófica aos cinco meses de idade, passando por diversas crises e internações. A condição exigiu um marcapasso e, eventualmente, a necessidade de um transplante, que ocorreu após um período crítico de saúde. Durante sua luta, a família se mudou para São Paulo para estar próxima ao médico especialista que acompanhava seu tratamento.

A importância da doação

O transplante de Lavínia foi um dos 430 realizados no Brasil em 2023. Segundo dados do Registro Brasileiro de Transplantes, a necessidade de doadores é urgente, com 56 crianças aguardando um órgão em junho de 2025. Por isso, a jovem utiliza suas redes para falar sobre a doação, mostrando que a generosidade pode salvar vidas.

Rotina após o transplante

Após a cirurgia, Lavínia experimentou melhorias significativas na qualidade de vida. A biópsia do seu novo coração não apresentou rejeição, e a jovem agora realiza atividades que antes eram impossíveis, como andar de patins e praticar crossfit. Sua história não é apenas sobre superação, mas também sobre esperança, fé e o desejo de se tornar médica no futuro.

Conscientização contínua

A mãe de Lavínia, Michelle, afirma que a missão da família é garantir que outras crianças tenham a mesma chance que Lavínia teve. Elas permanecem ativas na luta pela conscientização sobre a doação de órgãos, acreditando que cada vida conta e que a solidariedade pode transformar realidades.

Notícia feita com informações do portal: redir.folha.com.br


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