Reflexões sobre os impactos do Plano Diretor no Instituto Butantan

A preservação da floresta urbana é vital para a resiliência climática de São Paulo.
No coração de São Paulo, o Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado (PDDI) do Instituto Butantan, recém sancionado pelo prefeito Ricardo Nunes, levanta sérias preocupações. Este projeto, que pode ser considerado um ecocídio, promete cortar a floresta urbana vital para a resiliência climática da cidade. A área, que abrange matas da USP e do Parque Villa-Lobos, é um corredor essencial para a biodiversidade.
Impactos da expansão
A expansão do complexo fabril para a produção de vacinas é crucial para o Brasil, mas deve ser realizada em locais adequados e de forma segura. As irregularidades do PDDI incluem a ausência de relatórios de impacto socioambiental e a falta de alternativas locacionais. Além disso, a poluição sonora já está acima dos limites permitidos, evidenciando um desrespeito pelas comunidades vizinhas.
A legislação e suas consequências
A nova Lei 18.298/2025 permite construções de até 48 metros de altura e atividades industriais em áreas sensíveis, o que agrava ainda mais a situação. Atividades que geram ruídos excessivos e a permissão para corte de vegetação são preocupantes, pois a devastação já está em andamento desde a pandemia.
Alternativas e conscientização
O Instituto Butantan possui opções viáveis para sua expansão, como a Fazenda São Joaquim em Araçariguama. A sociedade civil deve se mobilizar para defender os direitos de preservação e exigir decisões que respeitem o equilíbrio ecológico. A preservação da floresta urbana é um fator crucial para garantir a qualidade de vida e a biodiversidade em São Paulo.
Notícia feita com informações do portal: redir.folha.com.br








