Médico de 73 anos sofreu um infarto fulminante neste sábado

Morreu neste sábado (15) o médico pediatra Celso Barros, ex-patrocinador do Fluminense.
A morte de Celso Barros e seu legado no Fluminense
Morreu neste sábado (15), aos 73 anos, o médico pediatra Celso Barros, uma figura marcante na história do Fluminense. Ele sofreu um infarto fulminante, e sua morte ocorre a apenas duas semanas das eleições para a presidência do clube, onde ele era um dos pré-candidatos.
Celso Barros foi um dos principais responsáveis pela parceria entre o Fluminense e a Unimed Rio, que durou vários anos e trouxe grandes estrelas para o clube, como Romário, Edmundo e Fred. Essa colaboração não só elevou o time dentro de campo, mas também fortaleceu sua posição no cenário do futebol brasileiro.
Contribuições e realizações
O médico não apenas se destacou como patrocinador, mas também fez história ao assumir cargos administrativos no clube. Ele foi eleito vice-presidente geral em 2015, ao lado do atual presidente Mário Bittencourt. No entanto, a relação entre os dois se deteriorou, levando Barros a se distanciar da administração e a se posicionar como um opositor nas eleições.
Sua paixão pelo Fluminense era evidente, e ele estava sempre atento aos debates e decisões que moldavam o futuro do clube. Seu comprometimento com a instituição foi reconhecido em nota pelo Fluminense, que manifestou profundo pesar pela sua partida e disponibilizou o Salão Nobre de Laranjeiras para o velório.
Luto oficial e homenagens
Em respeito à sua memória, o Fluminense decretou luto oficial. A nota divulgada pelo clube enfatizou a importância de Celso Barros para a história do time: “Um apaixonado por futebol, que viveu intensamente a discussão sobre os destinos do clube”. A repercussão de sua morte foi imediata, com muitos torcedores e colegas lamentando a perda de um dos mais influentes personagens do Fluminense.
O futuro do Fluminense
Com a eleição se aproximando, a ausência de Barros certamente deixará uma lacuna significativa no processo eleitoral. Muitos se perguntam como isso afetará a política interna do clube e quem assumirá a liderança em um momento tão delicado. A nova direção terá o desafio de honrar o legado deixado por Barros, ao mesmo tempo que busca o crescimento e a estabilidade do Fluminense nos próximos anos.
A memória de Celso Barros permanecerá viva entre os torcedores e na história do clube, que continua a se reerguer e a lutar por conquistas no cenário do futebol brasileiro.
Fonte: www1.folha.uol.com.br
Fonte: Folhapress








