Político foi exonerado após questionamentos sobre sua nomeação

Décio Ventura foi exonerado do cargo 18 dias após sua nomeação, após questionamentos sobre sua elegibilidade.
Em Ilha Comprida, no dia 4 de novembro de 2025, Décio Ventura foi exonerado do cargo no governo de Tarcísio de Freitas, apenas 18 dias após sua nomeação. A exoneração se deu após questionamentos sobre sua elegibilidade, uma vez que Ventura é considerado ficha suja pelo TCU e está impedido de disputar eleições até 2030.
Contexto da nomeação e exoneração
O ex-prefeito foi designado para chefiar a divisão regional de Registro na Secretaria de Governo, com a responsabilidade de articular a relação entre as prefeituras da região e a gestão estadual. No entanto, Ventura tem um histórico conturbado, com contas rejeitadas pelo TCE em várias ocasiões, o que culminou em sua inelegibilidade.
Problemas com contas públicas
Ventura, que foi prefeito de Ilha Comprida em quatro mandatos, teve suas contas de 2010, 2013 e 2014 reprovadas pelo TCE. A Câmara Municipal, em 2017, decidiu seguir a recomendação do tribunal e rejeitar as contas de 2014, resultando na inelegibilidade do ex-prefeito. Além disso, ele é citado em quatro processos no portal de Contas Irregulares do TSE, relacionados a repasses de recursos sem a devida prestação de contas.
Justificativas e reações
Após a exoneração, Ventura afirmou que não desejava criar problemas para a administração e que sua experiência na administração pública deveria ser valorizada. Por sua vez, o governo Tarcísio reiterou que a escolha de Ventura atendeu às exigências legais. Apesar das justificativas apresentadas, a pressão resultou na sua saída do cargo.
Notícia feita com informações do portal: www1.folha.uol.com.br








