Marco Rubio reafirma compromisso com a devolução dos restos mortais durante visita a Israel

Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, promete que esforços continuarão até que restos mortais de reféns sejam devolvidos.
EUA não descansarão até Hamas devolver corpos de reféns
O secretário de Estado americano, Marco Rubio, prometeu neste sábado (25) que os restos mortais de todos os reféns do Hamas que morreram em cativeiro em Gaza serão levados de volta a Israel, durante um encontro com familiares de dois soldados cujos corpos ainda permanecem na Faixa. A declaração de Rubio reforça o compromisso dos EUA em garantir a devolução dos corpos, destacando a importância da questão para as famílias afetadas.
Compromisso com as famílias
“Não esqueceremos as vidas dos reféns do Hamas que morreram em cativeiro”, declarou Rubio em mensagem publicada na rede social X. Ele se reuniu com as famílias dos cidadãos americanos Itay Chen e Omer Neutra, enfatizando que “não descansaremos até que seus restos mortais – e os de todos os demais – sejam devolvidos”.
Situação dos reféns
Chen, um sargento de 19 anos com dupla nacionalidade israelense e americana, morreu no ataque do Hamas a Israel em 7 de outubro de 2023. Neutra, também israelense e americano, era um soldado voluntário de 21 anos que, como Chen, morreu no mesmo dia do ataque que desencadeou a guerra em Gaza. O Fórum de Famílias de Reféns e Desaparecidos expressou gratidão pelas declarações de Rubio, ressaltando que 13 reféns ainda precisam voltar para casa.
Entregas de reféns
Sob o cessar-fogo entre Israel e o Hamas promovido pelos Estados Unidos, que entrou em vigor em 10 de outubro, o movimento islamista palestino entregou 20 reféns vivos que mantinha sequestrados desde o ataque. O grupo também devolveu os restos mortais de 15 reféns mortos em cativeiro, enquanto os cadáveres de outros 13 ainda permanecem em Gaza. O Hamas alegou dificuldades logísticas para localizar os corpos restantes entre as ruínas do território.
Consequências do conflito
Em troca dos reféns devolvidos, Israel libertou cerca de 2.000 prisioneiros, em sua maioria palestinos, juntamente com os restos mortais de dezenas de palestinos mortos que se encontravam em território israelense. A situação permanece delicada, e as famílias aguardam ansiosamente a devolução dos corpos e a libertação dos reféns restantes.








