MP alega envenenamento da médica veterinária

Elizabete Arrabaça, de 68 anos, é acusada pelo MP de ter envenenado sua filha, Nathália Garnica, de 42 anos, além de já ser ré pela morte da nora.
O Ministério Público (MP) em Pontal (SP) denunciou Elizabete Arrabaça, de 68 anos, como responsável pela morte por envenenamento de sua filha, Nathália Garnica, de 42 anos, ocorrida em 9 de fevereiro de 2025. Arrabaça já é ré pelo homicídio da nora, a professora de pilates Larissa Rodrigues, e permanece presa.
Circunstâncias das mortes
Ambas as mortes foram atribuídas ao uso de chumbinho, uma substância ilegalmente utilizada para envenenar roedores. A investigação da morte de Nathália começou somente após o falecimento de Larissa, em março. Elizabete foi denunciada por feminicídio triplamente qualificado, motivado por questões financeiras. O MP solicitou sua prisão preventiva.
Denúncias e defesa
O advogado de Elizabete, Bruno Correa, defende que sua cliente nega qualquer participação nas mortes. Segundo o MP, Elizabete e seu filho, Luiz Antônio Garnica, são acusados de terem atuado juntos no assassinato de Larissa. Luiz Antônio nega envolvimento no crime e também foi ouvido na audiência de instrução do processo.
Investigações em andamento
As investigações revelaram que a polícia começou a examinar a morte de Nathália após a exumação do corpo, que confirmou o envenenamento. A similaridade entre os casos levou a Elizabete a ser investigada por ambos os homicídios. As investigações continuam, com a expectativa de novos desdobramentos sobre os possíveis envolvimentos familiares.








