Dono de casa depõe sobre assassinato de ex-delegado em Praia Grande


Suspeito alega ter alugado imóvel sem comprovações, enquanto investigações seguem em andamento

Dono de casa depõe sobre assassinato de ex-delegado em Praia Grande
Foto: Marco Antônio/TV Tribuna

Willian Silva Marques, dono da casa onde teria saído um fuzil usado no crime, prestou depoimento à polícia em São Paulo.

Na manhã de 22 de setembro de 2025, em Praia Grande, São Paulo, Willian Silva Marques, de 36 anos, prestou depoimento ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) sobre o assassinato do ex-delegado Ruy Ferraz Fontes. O suspeito, que se entregou à polícia no dia anterior, é dono da casa onde um fuzil que pode ter sido usado no crime teria sido armazenado. Esta é a quarta prisão relacionada ao caso, que também envolve outros três suspeitos foragidos e mais dois detidos.

O que ocorreu

Ruy Ferraz, ex-delegado-geral de São Paulo, foi assassinado em 15 de setembro de 2025, após cumprir expediente como secretário de Administração da Prefeitura de Praia Grande. Willian alegou que alugou o imóvel para uma pessoa chamada Luiz, mas não apresentou quaisquer documentos que comprovem essa transação. Ele permanece preso temporariamente por 30 dias, podendo ser prorrogado.

Detalhes sobre o crime

Câmeras de segurança registraram o momento do assassinato, onde três criminosos armados desembarcaram de uma caminhonete e dispararam contra Ruy Ferraz. As forças de segurança continuam mobilizadas na busca por todos os envolvidos. O imóvel de Willian foi o primeiro a ser investigado, onde a perícia coletou 41 materiais genéticos. Além de Willian, outros suspeitos como Dahesly Oliveira Pires e Luiz Henrique Santos Batista também foram presos.

Perspectivas das investigações

As investigações estão em andamento e a polícia segue em busca de outros suspeitos foragidos. A casa de Willian, localizada na Rua Campos de Jordão, no bairro Jardim Imperador, teria sido utilizada pela quadrilha e, segundo informações, é uma das várias propriedades ligadas ao caso. O ex-delegado Ruy Ferraz tinha um histórico de combate ao crime organizado e sua morte gerou uma série de investigações que visam esclarecer todos os aspectos do crime.

Notícia feita com informações do portal: g1.globo.com


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