Entenda o impacto das doenças priônicas e os avanços no diagnóstico e tratamento.

As doenças priônicas, como a doença de Creutzfeldt-Jakob, são raras e fatais, sem cura.
As doenças priônicas são raras e devastadoras, causando danos cerebrais irreversíveis, com destaque para a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ). A evolução é rápida, levando à morte em poucos meses.
O que são e como afetam o cérebro
Essas doenças têm um caráter infeccioso único, causado por proteínas que se dobram de forma incorreta. A vigilância é crucial, especialmente em saúde pública, como evidenciado pelo impacto no comércio de carne após um caso no Brasil em 2023.
Avanços no diagnóstico
Desde 2005, o Brasil registrou 1.576 casos suspeitos de DCJ, mas acredita-se que este número esteja subnotificado. O teste RT-QuIC tem revolucionado a detecção, permitindo diagnósticos mais precisos e rápidos. Um centro de referência está sendo desenvolvido no Brasil para facilitar o acesso a esses testes.
Pesquisas promissoras
Recentes estudos sugerem que a Moringa oleífera pode inibir a formação de proteínas anormais e até reverter agregados já formados, oferecendo esperança para novas terapias. O próximo congresso Prion 2025 em Búzios reunirá especialistas para discutir avanços em pesquisa e intervenções terapêuticas.
Desafios e a necessidade de vigilância
As doenças priônicas exigem inovação constante no diagnóstico e no desenvolvimento de terapias. O diálogo entre ciência e sociedade é essencial para combater a desinformação e orientar políticas públicas. A pesquisa continua a revelar conexões com outras doenças neurodegenerativas, ampliando a compreensão sobre esses mecanismos complexos.
Notícia feita com informações do portal: g1.globo.com








