Aumento de casos de cinomose preocupa autoridades e especialistas na região de Itapetininga.

Região de Itapetininga registra aumento nos casos de cinomose, doença fatal que afeta cães.
Cinomose e seu aumento preocupante na região
Cidades da região de Itapetininga voltam a registrar casos de cinomose, uma doença viral grave e altamente contagiosa que afeta cães, especialmente filhotes não vacinados. O aumento de casos gerou alertas de autoridades locais e a necessidade de conscientização sobre os riscos.
Casos registrados
Em Pilar do Sul, neste ano, 21 cães com cinomose foram atendidos pelo Departamento de Zoonoses, com apenas um sobrevivente. Em 2024, 18 cães foram atendidos e apenas dois resistiram. Em Tatuí, 62 cães foram testados em 2025, com 12 testes positivos, e nenhum sobreviveu. Manduri confirmou 37 casos e 30 suspeitos, enquanto Avaré também emitiu alertas sem fornecer números específicos.
Sintomas e transmissão
A cinomose é fatal por causar danos graves ao sistema nervoso, e os sintomas incluem febre, apatia, perda de apetite e, em estágios mais avançados, pneumonia e convulsões. A transmissão ocorre por contato com secreções de cães infectados, podendo ser direta ou indireta.
Prevenção e vacinação
A vacinação é crucial e deve começar aos 42 dias de vida, com três doses. A vacina deve ser aplicada anualmente para garantir a proteção. Além disso, manter o ambiente limpo e evitar contato de filhotes com animais desconhecidos são medidas importantes para prevenir a disseminação da doença. Os tutores devem estar atentos e levar os animais ao veterinário ao notar sintomas.








