Prisões ocorreram após o roubo das joias da coroa francesa

Cinco novos suspeitos, incluindo o principal, foram presos em Paris por participação no roubo de joias do Louvre.
Na noite de 29 de outubro de 2025, cinco novos suspeitos, incluindo o principal, foram presos na região de Paris por envolvimento no roubo de joias do Museu do Louvre, que ocorreu no dia 19 deste mês. A informação foi confirmada pela promotora de Paris, Laure Beccuau.
Detalhes do roubo e prisões
O roubo, que teve lugar em plena luz do dia, resultou na subtração de joias da coroa francesa avaliadas em 88 milhões de euros, cerca de R$ 550,2 milhões. Os ladrões invadiram o museu utilizando um guindaste e quebraram uma janela da Galeria de Apolo. O crime durou aproximadamente sete minutos. Os dois primeiros suspeitos, detidos no dia 25 de outubro, foram acusados de roubo organizado e associação criminosa. Apesar das prisões, as joias permanecem desaparecidas, conforme relatado pelas autoridades.
Impacto e críticas à segurança do museu
A diretora do Louvre, Laurence des Cars, reconheceu uma “falha terrível” na segurança, já que as câmeras não cobriam a janela por onde os ladrões entraram. O museu ficou fechado por três dias após o roubo e reabriu com segurança reforçada, atraindo muitos turistas. O governo francês, em resposta ao incidente, decidiu aumentar a segurança em museus e instituições culturais em todo o país, após reuniões de emergência entre os ministérios da Cultura e do Interior.
Repercussão do caso
O ministro da Justiça francês, Gérald Darmanin, considerou o caso “deplorável” e disse que o país falhou na proteção de seu patrimônio cultural. O presidente Emmanuel Macron também se manifestou, prometendo que as medidas de segurança seriam implementadas rapidamente no Louvre. O roubo gerou indignação em toda a França e expôs falhas nas autoridades responsáveis pela segurança do museu, que é um dos mais visitados do mundo.








