Investigação foi solicitada pelo Ministério Público após denúncias

As denúncias contra o professor da USP, Alysson Mascaro, chegaram à polícia, que já abriu inquérito.
As denúncias de abusos e assédios supostamente praticados por Alysson Mascaro, professor da Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo), chegaram à polícia, que já abriu um inquérito a pedido do Ministério Público. Em 6 de junho de 2025, a 1ª Delegacia Seccional de Polícia começou a investigar, após receber denúncias anônimas. O caso está em andamento, e a polícia realiza a oitiva de testemunhas.
Denúncias e processo administrativo
Enquanto a investigação avança, a Faculdade de Direito da USP conduz um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra Mascaro, iniciado em 12 de fevereiro de 2025. O procedimento foi solicitado pela Procuradoria Geral da instituição, que identificou indícios de materialidade nas acusações. O professor, que leciona na instituição desde 2006, se defende afirmando ser vítima de um crime cibernético e de perseguição. No entanto, as denúncias incluem relatos de alunos que afirmam ter sido coagidos a situações constrangedoras em encontros com o docente.
Implicações e próximos passos
A Faculdade de Direito não divulgou detalhes sobre o andamento do processo administrativo, que, segundo o regimento interno, deveria ser concluído em até 90 dias. As sanções podem variar de repreensão a demissão, dependendo da gravidade dos fatos apurados. A comunidade acadêmica aguarda os desdobramentos do caso, que já se estende por mais de oito meses sem uma resolução clara.
Notícia feita com informações do portal: www1.folha.uol.com.br








