Leandro Ramajo transforma sua experiência musical em oportunidades para outros artistas

Leandro Ramajo ajuda músicos a conquistarem oportunidades e uma renda digna.
Leandro Ramajo: do palco à gestão musical
Leandro Ramajo, artista com música na trilha de uma novela e apadrinhado por Chorão, é o convidado da semana no podcast Baixada em Pauta. Ele cresceu em uma família musical e, atualmente, divide seu tempo entre os palcos e a gestão de carreiras de outros músicos. Com sua produtora, LVR Produções, Ramajo cria oportunidades para que artistas toquem e recebam uma renda digna em eventos corporativos, festivais e circuitos alternativos.
A trajetória de um músico
A inquietação de Leandro como músico freelancer o levou a fundar a LVR Produções, onde gerencia artistas e organiza shows. Ele compartilhou sua trajetória com os jornalistas Matheus Müller e Luiz Linna, revelando como conseguiu transformar sua paixão pela música em uma profissão sustentável. Influenciado por sua mãe, pianista, e seu avô, cantor, Leandro começou sua carreira musical na infância, sendo o violão seu primeiro instrumento.
O impacto da música
Em 2014, sua banda Conexão Baixada estreou na trilha sonora da novela “Amor à Vida”, o que trouxe visibilidade e reconhecimento à sua carreira. Leandro recorda com emoção o momento em que sua música foi ao ar, e a repercussão que isso teve na cidade. A relação com Chorão, líder do Charlie Brown Jr., foi uma parte importante de sua trajetória, onde ele destaca a simplicidade e parceria do cantor em ajudá-lo nos shows.
Um guia para os músicos
Recentemente, Leandro lançou o livro “Pisando nos Melhores Palcos”, que serve como um guia para músicos que querem transformar sua paixão em carreira. A obra aborda temas como gestão de equipe, marketing digital e a importância do networking na música. Ele acredita que sem conexões, é difícil alcançar sucesso no setor.
A arte e a inteligência artificial
Embora reconheça o avanço da inteligência artificial na criação musical, Leandro defende que o sentimento deve ser a essência da arte. Segundo ele, a tecnologia pode ser útil na composição de jingles e estruturas básicas, mas nunca poderá substituir o coração na música.








