Retirada de camelôs gera protestos e críticas à gestão municipal

Trabalhadores acusam prefeitura de realizar 'limpeza' para a COP30, destruindo barracas e mercadorias.
Em Belém, a partir de 10 de novembro, durante a COP30, ambulantes acusam a prefeitura de proceder com uma limpeza forçada, expulsando camelôs e destruindo suas barracas e produtos. Expositores foram quebrados e mercadorias apreendidas, levando muitos trabalhadores a voltar para seus estados de origem, temendo represálias.
Ação da prefeitura gera protestos
Os vendedores relatam perdas significativas, com alguns, como Francisco Jocélio, afirmando ter sofrido prejuízos de mais de R$ 10 mil. A gestão municipal, por sua vez, afirma que não haverá mais tolerância para ocupações irregulares, reforçando que a atividade comercial deve ser realizada de forma legal.
Medidas de segurança e consequências
A situação gerou uma onda de críticas, especialmente pela forma violenta com que as ações foram executadas, com vídeos mostrando guardas quebrando mercadorias. Outros trabalhadores locais também se manifestaram, alegando que as operações visam “limpar” a cidade para a conferência e que não há consideração pelas dificuldades enfrentadas pelos ambulantes.
Respostas da administração municipal
A Prefeitura de Belém declarou que existe um código de postura que deve ser respeitado e que todos os ambulantes precisam estar cadastrados para exercer suas atividades legalmente. Segundo a gestão, aqueles que não seguirem as normas serão retirados e deverão regularizar sua situação. A administração promete que o cadastro e a regularização podem ser acessados através de um link específico.
Notícia feita com informações do portal: www1.folha.uol.com.br








