Libertação ocorreu em Teresina após investigações sobre coação e denúncias falsas

Advogados e servidora do governo do Piauí foram soltos após investigações sobre coação e denúncias falsas.
Advogados e servidora do governo do Piauí são soltos
Na tarde de sexta-feira (24), em Teresina, os advogados Juarez Chaves de Azevedo Júnior e Flávio Almeida Martins, além da servidora estadual Lucile de Souza Moura, foram soltos após serem presos na Operação Vice-Cônsul. O advogado de Juarez, Djalma Filho, confirmou que a soltura foi cumprida conforme o documento expedido.
Acusações e investigações
Os três são investigados por coação no curso do processo, denunciação caluniosa, calúnia e associação criminosa. Segundo a Polícia Civil, eles teriam utilizado denúncias falsas e dossiês forjados para pressionar juízes e desembargadores em processos agrários. Juarez Chaves foi alvo de duas operações: uma da Polícia Civil e outra da Polícia Federal, que investiga o desembargador José James Gomes Pereira, suspeito de envolvimento no esquema.
Medidas cautelares e exoneração
Juarez Chaves enfrentou medidas cautelares que o proíbem de entrar no Tribunal de Justiça e de contatar outros investigados. A exoneração de Lucile Moura foi publicada no Diário Oficial em 1º de outubro, enquanto a defesa do desembargador José James nega qualquer prática ilegal.
Repercussões e esclarecimentos
A defesa de Juarez Chaves afirmou que respeita a investigação e aguarda o restabelecimento da liberdade do advogado. Lucile Moura se manifestou, afirmando que não participou de ações ilegais e que sua intenção nunca foi coagir membros do Judiciário. Ela reconheceu que compartilhou material de forma inadvertida e se despediu de seu cargo, expressando respeito pelas instituições públicas.








