Elizeu Lopes nega as acusações e planeja processar ex-parceira por calúnia

Elizeu Lopes, ex-ouvidor da Polícia de SP, é acusado de violência doméstica pela ex-parceira, que obteve medida protetiva. Ele nega as acusações.
No dia 26 de setembro de 2025, a Justiça concedeu uma medida protetiva à Larissa Marçal Cunha, ex-parceira do ex-ouvidor da Polícia de São Paulo, Elizeu Lopes, que foi denunciado por suspeita de violência doméstica. O ex-ouvidor nega as acusações e planeja processar a ex-companheira por calúnia.
Detalhes da acusação
Elizeu, que atuou como ouvidor da polícia entre 2020 e 2022, foi denunciado em setembro pela ex-delegada de Minas Gerais, Larissa, que alegou ter sido vítima de agressões. O relacionamento dos dois começou em agosto do ano passado, mas episódios de violência foram relatados, levando Larissa a registrar um boletim de ocorrência em dezembro. Ela chegou a retirar a queixa, mas os desdobramentos subsequentes levaram à concessão da medida protetiva.
O que diz a defesa
A defesa de Larissa alega que Elizeu utilizou de ameaças para minar a confiança da vítima. Em resposta, o ex-ouvidor afirmou que a medida protetiva foi um choque e que ele não tinha conhecimento dela, alegando ainda que Larissa estava envolvida em um inquérito por assédio sexual e outras acusações.
Consequências e próximos passos
Após a medida protetiva, a defesa de Larissa recorreu à Justiça, destacando o risco à segurança dela. O juiz considerou os indícios de violência doméstica relevantes, e a situação continua a ser acompanhada pelas autoridades. Elizeu, por sua vez, busca reparação legal por danos morais e financeiros alegando que as acusações estão prejudicando sua vida pessoal e profissional.
Notícia feita com informações do portal: www1.folha.uol.com.br








