Caso acontece em Águas Lindas de Goiás e gera repercussão

Um ajudante de obras luta pela guarda da filha após descobrir que mãe mentiu sobre sua morte. O caso, que está na justiça, ganhou repercussão nesta semana.
Um ajudante de obras de Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal, está em uma batalha judicial pela guarda de sua filha de 2 anos e 8 meses, após descobrir que a criança estava viva, contrariando a informação que recebeu da mãe, que alegou que a bebê havia morrido. O caso ganhou notoriedade nesta semana, após uma investigação da Polícia Civil de Goiás.
Mãe confirma mentira e justifica ações
A mãe da criança, que optou por não se identificar, confirmou que mentiu sobre a morte da filha, afirmando que fez isso para proteger a menina de uma situação de violência doméstica. Ela declarou que não registrou boletim de ocorrência por medo. Por outro lado, Floriel nega as alegações e afirma que a ex-companheira utilizou a mentira para afastá-lo da criança.
A descoberta e o processo judicial
Floriel, ao se deparar com a mãe da criança e o casal que registrou a menina em cartório, acionou as autoridades e o Conselho Tutelar. Após meses, um teste de DNA confirmou sua paternidade. O pai expressou sua revolta por poder ver a filha apenas em visitas assistidas, limitadas a três horas por semana, sempre acompanhadas pela sogra do pai registral.
Desdobramentos criminais e medo
A parte criminal da situação, relacionada à suposta ocultação da filha, está sob investigação da Delegacia da Mulher de Águas Lindas. A mãe afirmou ter medo de Floriel, que, segundo ela, tentou convencê-la a abortar durante a gestação. Enquanto isso, o advogado do pai registral defende que o registro foi feito de boa-fé, e que há indícios de que a mãe também desconhecia a verdadeira paternidade na época do registro.
Conclusão e próximos passos
O caso permanece em tramitação na Justiça, e a expectativa é de que avance mais rapidamente agora que ganhou atenção pública. Floriel deseja apenas exercer seu papel de pai e ter a oportunidade de conviver com a filha, enquanto a defesa do pai registral busca proteger o melhor interesse da criança, enfatizando a estabilidade emocional da menor em sua nova situação familiar.
Notícia feita com informações do portal: tnonline.uol.com.br








