Reforma visa restaurar elegância histórica

Donald Trump anunciou a reforma do banheiro Lincoln, alterando seu estilo para um design mais sofisticado e criticando o anterior.
Em 1º de novembro de 2025, Donald Trump anunciou a reforma do banheiro Lincoln na Casa Branca, que agora apresenta acessórios dourados e revestimento de mármore branco com veios escuros. A modernização vem em meio a críticas após a demolição da Ala Leste para a construção de um salão de baile de 8.300 m², um movimento que gerou descontentamento entre preservacionistas e congressistas democratas.
Detalhes da reforma
O banheiro Lincoln foi revitalizado com mármore e metais dourados, substituindo os antigos azulejos verde-claros. Trump compartilhou mais de 20 fotos do novo design em sua rede Truth Social, mostrando espelhos e detalhes metálicos. Ele justificou a reforma como parte de uma tentativa de “restaurar elegância histórica”, argumentando que o estilo art déco dos anos 1940 não era condizente com a época de Abraham Lincoln.
Críticas e reações
A demolição da Ala Leste, vista como a mudança mais significativa até agora, não foi acompanhada de um esclarecimento do governo sobre a avaliação de preservação do projeto. Segundo a Reuters, não há confirmação de que a reforma tenha seguido os processos formais de aprovação histórica ou arquitetônica. O banheiro Lincoln, adjacente ao Quarto Lincoln, carrega um simbolismo importante, tendo sido originalmente um escritório de Lincoln antes de ser convertido em quarto de hóspedes.
Estilo e modernização
Trump tem promovido uma estética luxuosa na Casa Branca, semelhante à de sua propriedade em Mar-a-Lago, enfatizando o uso de dourado, mármore e elementos decorativos chamativos. Mudanças anteriores incluem alterações significativas no Jardim das Rosas e no Salão Oval, como a substituição da grama por pedras brancas e a instalação de bandeiras gigantes. A demolição da Ala Leste reacende o debate sobre os limites da modernização na presidência, com críticos alertando para o risco de descaracterização do patrimônio histórico, enquanto defensores argumentam que o presidente deve ter liberdade para adaptar sua residência.
Notícia feita com informações do portal: noticias.uol.com.br








