Suspensão faz parte de acordo entre líderes dos dois países

Os EUA suspenderam regra que dificultava acesso de empresas chinesas a tecnologia, parte de acordo com Xi Jinping.
Em 31 de outubro de 2025, o Ministério do Comércio da China anunciou que os Estados Unidos suspenderiam por um ano a regra que aumentaria o número de empresas chinesas na chamada “lista de entidades” do governo americano, dificultando seu acesso às tecnologias desenvolvidas nos EUA. Essa decisão foi anunciada após uma reunião entre Donald Trump e Xi Jinping em Busan, Coreia do Sul.
Detalhes da suspensão
A norma em questão estabelecia que qualquer empresa com participação de 50% ou mais em companhias da lista de entidades se tornaria parte dela, impondo restrições severas. Com a suspensão, cerca de 20 mil empresas chinesas que seriam afetadas por essas limitações não enfrentarão mais barreiras de exportação. A suspensão da regra faz parte de um acordo mais amplo entre os líderes, que inclui a redução de tarifas e a suspensão, por parte da China, da exigência de licença de exportação para terras raras.
Implicações do acordo
Além da suspensão da regra, Trump anunciou que as tarifas sobre produtos chineses caíram em média de 57% para 47%. Essa redução foi acompanhada por um compromisso da China de retomar a compra de soja dos Estados Unidos, com a previsão de aquisição de 12 milhões de toneladas ainda em 2025. Essas medidas refletem um esforço para mitigar as tensões comerciais e fortalecer os laços econômicos entre os dois países.
Próximos passos
O acordo alcançado entre os líderes dos Estados Unidos e da China é um sinal de uma possível melhora nas relações comerciais, mas também levanta questões sobre a continuidade das negociações e a manutenção dos compromissos estabelecidos. A comunidade internacional acompanhará de perto os desdobramentos dessa suspensão e os efeitos sobre o comércio global.
Notícia feita com informações do portal: www1.folha.uol.com.br








