Caso de estreptococo do grupo A gera alerta na saúde pública

Uma criança de 6 anos morreu em Curitiba devido a uma infecção causada pela bactéria estreptococo do grupo A. O caso acende um alerta para a saúde pública.
Morte de criança acende alerta em Curitiba
Curitiba, 29 de outubro de 2025 — Uma criança de 6 anos morreu em Curitiba na última sexta-feira (24) devido a uma infecção grave causada pela bactéria estreptococo do grupo A (iGAS). A confirmação do óbito foi feita pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS) na segunda-feira (27). Esse tipo de bactéria é encontrado em 5% a 15% da população, geralmente sem sintomas, mas pode levar a complicações sérias como pneumonia ou choque tóxico.
Contexto do caso
De acordo com a SMS, a transmissão da bactéria ocorre por meio de gotículas de saliva e contato com ferimentos infectados. Neste ano, o Hospital Pequeno Príncipe, referência em atendimento pediátrico, registrou 103 casos da doença, resultando em cinco internações. Após a morte da criança, a prefeitura realizou uma ação de rastreio na escola frequentada pela vítima, testando colegas e familiares para identificar possíveis portadores da bactéria.
Medidas de prevenção
Atualmente, não há vacina contra o estreptococo do grupo A. É essencial seguir cuidados de higiene, como lavar as mãos e não compartilhar utensílios para minimizar o risco de transmissão. A infecção invasiva é considerada uma emergência médica, requerendo atendimento hospitalar imediato. A SMS recomenda que pessoas com sintomas, como dor de garganta e febre alta, busquem assistência médica imediatamente. Além disso, é importante manter ferimentos limpos e observar sinais de infecção.
Conclusão
Este caso trágico destaca a importância da vigilância e das práticas de saúde pública em Curitiba, com o objetivo de prevenir a disseminação da bactéria e proteger a população, especialmente as crianças. A saúde das crianças deve ser uma prioridade, e a comunidade deve estar atenta a sinais de infecção para garantir intervenções rápidas e eficazes.








