Conrado Paulino da Rosa estava preso desde 26 de setembro e é acusado por 16 mulheres.

A Justiça revogou a prisão do professor Conrado Paulino da Rosa, investigado por crimes sexuais em Porto Alegre.
A Justiça do Rio Grande do Sul revogou a prisão do professor de Direito Conrado Paulino da Rosa, que estava detido desde 26 de setembro. Ele é investigado por crimes sexuais contra mulheres em Porto Alegre, com relatos de pelo menos 16 vítimas entre 2013 e 2025. A delegada Fernanda Campos Hablich investiga os casos de supostos estupros, agressões e violência psicológica.
A investigação e os relatos das vítimas
A Polícia Civil apreendeu computadores e outros objetos no apartamento do professor, que é acusado de cometer crimes durante reuniões e festas. Os relatos das vítimas incluem situações de manipulação psicológica e violência física, levando à necessidade de uma investigação cautelosa e detalhada. As possíveis vítimas também passarão por perícia psicológica para apoiar as denúncias.
Medidas cautelares e demissão
Conrado Paulino da Rosa já enfrentava medidas cautelares, como monitoramento eletrônico e proibição de contato com as vítimas. Ele lecionava na Fundação Escola Superior do Ministério Público (FMP), onde foi demitido após o início da investigação. A FMP afirmou que a demissão foi por motivos administrativos, sem juízo sobre responsabilidades relacionadas aos fatos investigados.
A denúncia e o apoio às vítimas
O caso começou a partir de uma denúncia anônima, levando a polícia a convocar mulheres envolvidas com Conrado para depor. As vítimas são incentivadas a registrar ocorrências e buscar apoio, podendo recorrer a centros de referência e delegacias especializadas. O serviço também está disponível pela Delegacia Online, facilitando o acesso à denúncia sem a necessidade de comparecimento presencial.
Notícia feita com informações do portal: g1.globo.com








