Governo vetou marcas devido a fraudes e origem incerta, afetando a saúde pública.

Governo vetou 22 marcas de azeite em 2025 devido a fraudes e origem incerta.
Em 2025, ações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Agricultura resultaram na proibição de 22 marcas de azeite devido a fraudes e origem incerta. A proibição mais recente foi do azeite Ouro Negro, vetado em 20 de outubro. Este produto apresenta origem desconhecida e a empresa responsável, Intralogística Distribuidora Concept Ltda, possui CNPJ suspenso na Receita Federal.
Razões para a proibição
Vários fatores contribuíram para as proibições, incluindo:
- Importação por empresas sem CNPJ: Muitas marcas foram vetadas devido à falta de registro no Brasil.
- Adulteração: A presença de óleos vegetais não listados é uma das fraudes mais comuns.
- Risco à saúde: Produtos que não atendem às exigências sanitárias foram barrados.
Lista de marcas proibidas em 2025
As marcas vetadas incluem:
- Azapa – fevereiro
- Doma – fevereiro
- Alonso – maio
- Quintas D’Oliveira – maio
- Almazara – maio
- Escarpas das Oliveiras – maio
- La Ventosa – maio
- Grego Santorini – maio
- San Martín – junho
- Castelo de Viana – junho
- Terrasa – junho
- Casa do Azeite – junho
- Terra de Olivos – junho
- Alcobaça – junho
- Villa Glória – junho
- Santa Lucía – junho
- Campo Ourique – junho
- Málaga – junho
- Serrano – junho
- Vale dos Vinhedos – julho
- Los Nobles – setembro
- Ouro Negro – outubro
Como identificar azeites de qualidade
O Ministério da Agricultura recomenda que os consumidores desconfiam de preços muito baixos e evitem azeites vendidos a granel. Além disso, é essencial verificar se a marca já foi proibida anteriormente. A Anvisa disponibiliza ferramentas para que o consumidor verifique a regularidade dos produtos e das empresas.
Conclusão
As proibições de azeites visam proteger a saúde pública e garantir a qualidade dos produtos disponíveis no mercado. A vigilância constante e a conscientização dos consumidores são fundamentais para evitar fraudes.
Notícia feita com informações do portal: g1.globo.com








