Nova reforma trabalhista na Grécia gera protestos e polêmica

Parlamento grego aprova jornada de 13 horas, enquanto no Brasil o limite é de 8 horas. Medida gera protestos e polêmica.
Grécia aprova jornada de 13 horas
Na quinta-feira (16), o Parlamento da Grécia aprovou uma reforma trabalhista que permite jornadas de trabalho de até 13 horas por dia em circunstâncias excepcionais. A proposta, apresentada pelo governo conservador, desencadeou protestos em várias cidades, com a última grande paralisação ocorrendo na terça-feira (14).
Reações à medida
Milhares de trabalhadores se manifestaram contra o que consideram uma medida retrógrada. O partido de esquerda Syriza não participou da votação, chamando o projeto de “monstruosidade legislativa”. O governo, por sua vez, afirma que a nova regra se aplica apenas a trabalhadores com um único emprego, limitando-se a 37 dias por ano.
Comparação com o Brasil
No Brasil, a jornada de trabalho é limitada a 8 horas diárias e 44 horas semanais, conforme estabelece a Constituição. Existem brechas para ajustes em situações específicas, como horas extras e acordos coletivos. Por exemplo, jornalistas têm uma jornada reduzida de 5 horas diárias, enquanto bancários trabalham 6 horas.
Impacto das novas regras
A nova legislação na Grécia representa um retrocesso em direitos trabalhistas, segundo críticos. No Brasil, a luta por direitos trabalhistas continua, refletindo a necessidade de proteção no ambiente de trabalho. A recente reforma grega pode influenciar futuras discussões sobre legislação trabalhista em outros países.
Notícia feita com informações do portal: g1.globo.com








