Como atuavam assaltantes e receptadores de celulares e joias em SP


Entenda a operação que prendeu 11 pessoas e revelou a atuação de uma rede criminosa em São Paulo.

Como atuavam assaltantes e receptadores de celulares e joias em SP
Operação da Polícia Civil em São Paulo.

Operação prendeu 11 pessoas e revelou como uma rede criminosa atuava em SP.

Nesta quinta-feira (16), a Polícia Civil de São Paulo realizou uma operação que resultou na prisão de 11 suspeitos de participar de uma rede criminosa de assaltos a celulares e joias. A operação visou 36 mandados de prisão, dos quais 20 suspeitos permanecem foragidos. A investigação revelou que Suedna Carneiro, conhecida como ‘Mainha do Crime’, era a figura central, conectando assaltantes e receptadores.

A operação e seus desdobramentos

Os alvos da operação estavam envolvidos em quatro latrocínios e vários assaltos na cidade de São Paulo. Durante a abordagem policial na favela de Paraisópolis, um dos suspeitos, Guilherme Heisemberg da Silva Nogueira, de 22 anos, foi morto. As prisões se estenderam a áreas como Jardim Colombo e Jardim São Luís. A polícia acredita que Suedna facilitava os crimes, fornecendo recursos como mochilas, motos e armas para os assaltantes.

A rede criminosa

Os assaltos investigados não eram limitados a celulares, mas incluíam também joias e motocicletas. Os produtos eram frequentemente entregues na favela de Paraisópolis, onde eram repassados a receptadores. A polícia também identificou um esquema de falsificação de placas de motocicletas e a participação de receptadores que revendiam os produtos roubados em joalherias e outros locais.

Rota dos produtos roubados

Parte dos celulares e joias roubadas tinha como destino não só o mercado local, mas também países da África e o Paraguai. A operação desencadeou a apreensão de celulares e outros equipamentos, que ajudarão a polícia a conectar os suspeitos a outros crimes. A ação é uma resposta às crescentes preocupações sobre a violência e a criminalidade na cidade, especialmente em relação a crimes cometidos em via pública.

A polícia continua investigando a rede e espera identificar mais envolvidos na exploração e receptação dos produtos roubados.

Notícia feita com informações do portal: redir.folha.com.br


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