Caso de Maria Clara Aguirre Lisboa choca comunidade após descoberta do corpo

Maria Clara, de 5 anos, foi encontrada enterrada no quintal em Itapetininga; mãe e padrasto confessaram o crime.
Em clima de consternação, a comunidade de Itapetininga se despediu de Maria Clara Aguirre Lisboa, 5 anos, na tarde de quarta-feira (15). O corpo da menina foi encontrado enterrado no quintal de casa, onde ela morava. Mãe e padrasto foram detidos após confessar o crime, segundo informações da Polícia Civil.
Detalhes do caso
Maria Clara estava desaparecida há cerca de três meses, conforme relato de familiares. No dia da prisão, Luiza Aguirre Barbosa da Silva e Rodrigo Ribeiro Machado não possuíam advogado. Eles estavam acompanhados por um defensor público durante a audiência de custódia. O enterro ocorreu no cemitério Colina da Paz, onde a tia da menina, Rafaela Lisboa, destacou o apego da criança pela família e suas atividades favoritas, como dançar e cantar.
Circunstâncias do crime
O delegado Franco Augusto Costa Ferreira afirmou que ainda não é possível determinar a causa da morte devido ao estado avançado de decomposição do corpo. Um alicate com manchas de sangue foi encontrado próximo ao local do sepultamento e é investigado como possível arma do crime. Os detidos alegam que as agressões foram excessivas e que a morte foi uma consequência, mas a polícia acredita que houve intenção deliberada de agredir a criança.
A repercussão
A despedida da menina foi marcada por homenagens de familiares, que trouxeram flores e ursinhos ao enterro. A cerimônia foi restrita, com presença majoritária da família paterna, mas também de pessoas que se identificaram como “a família da mãe”. O caso gerou forte repercussão e a comunidade continua em busca de respostas sobre a tragédia.
Notícia feita com informações do portal: redir.folha.com.br








